domingo, 9 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Yeih, encontrei o sopamóbil!! Após várias tentativas fracassadas para encontrar um companheiro de viagem, eís que finalmente o encontrei e já é oficialmente meu.
Ainda não há fotografia, pois o sopamóbil ficou na oficina a fazer as últimas revisões para vir para casa, mas este fim de semana vou buscá-lo para darmos umas voltinhas!! Não vejo a hora!
Prometo que depois publico umas fotos, para verem o quão catita e pequenino é o meu carrito!!
Ainda não há fotografia, pois o sopamóbil ficou na oficina a fazer as últimas revisões para vir para casa, mas este fim de semana vou buscá-lo para darmos umas voltinhas!! Não vejo a hora!
Prometo que depois publico umas fotos, para verem o quão catita e pequenino é o meu carrito!!
sábado, 1 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Será que a estupidez da sra. Margarida Rebelo Pinto não tem fim?
Depois daquela horrorosa crónica sobre as gordas (que a sra continua a dizer que era em defesa das magras), eís que ela volta a mostrar o seu défice de inteligencia na entrevista que deu ao ionline e que foi publicada hoje. Se tinha algum respeito pela senhora, perdeu-se algures durante as linhas que li da sua entrevista.
Ora bem, esta tiazinha (sim porque já não tem idade para ser outra coisa, e já estou a ser simpática em não chamá-la avó) diz que o que a deixa revoltada é ver nas manifestações, jovens com telemóveis mais caros do que o dela. Ou seja, a senhora está-se a marimbar para os problemas dos jovens desempregados, o que a preocupa é a marca dos telemóveis que os jovens levam...interessante!! Será que também repara na roupa? Atenção jovens desempregados, se tiverem jeans da salsa, não podem participar nas próximas manifestações, pois perdem o rótulo de desempregados. Mais vale venderem as calças para comprarem bifes (ups...).
Pelo meio desta entrevista ainda ficamos a saber que ela nunca viu a mãe ou a avó de pantufas (declaração super pertinente!) e que sair à rua de luvas fazia parte de uma coqueterie (sim, porque ela também sabe usar palavras caras) que sempre foi cultivada na sua família. E que nunca ninguém ia mal arranjado para um jantar, logo faz-lhe imensa confusão que em Portugal "as pessoas andem cada vez mais andrajosas e mal arranjadas."
Será que a sra. tem a mínima ideia de como é que se vive em Portugal com o ordenado mínimo? Ou será que ela pensa que toda a gente vive num mundinho abrilhantado pela palermice e pelo status social, onde tudo é pretenciosamente perfeito e onde meia duzia de palermices e divagações sobre sentimentos vendem livros?
E sim, isto era suposto ser uma entrevista séria, mas quando chegamos ao fim ficamos com a sensação de que isto é mais um sketch do Gato Fedorento. Rápidamente percebemos que não, pois até os Gato Fedorento têm muita mais piada.
Enfim... escusado será dizer que alguém que se auto-intitula escritora e que se sai com afirmações deste tipo não merece qualquer respeito da minha parte. Já a minha avó dizia: se quer ser respeitada, faça por isso!
Podem ler a entrevista da senhora aqui.
(o primeiro a mijar nas cuecas de tanto rir, perde)
Depois daquela horrorosa crónica sobre as gordas (que a sra continua a dizer que era em defesa das magras), eís que ela volta a mostrar o seu défice de inteligencia na entrevista que deu ao ionline e que foi publicada hoje. Se tinha algum respeito pela senhora, perdeu-se algures durante as linhas que li da sua entrevista.
Ora bem, esta tiazinha (sim porque já não tem idade para ser outra coisa, e já estou a ser simpática em não chamá-la avó) diz que o que a deixa revoltada é ver nas manifestações, jovens com telemóveis mais caros do que o dela. Ou seja, a senhora está-se a marimbar para os problemas dos jovens desempregados, o que a preocupa é a marca dos telemóveis que os jovens levam...interessante!! Será que também repara na roupa? Atenção jovens desempregados, se tiverem jeans da salsa, não podem participar nas próximas manifestações, pois perdem o rótulo de desempregados. Mais vale venderem as calças para comprarem bifes (ups...).
Pelo meio desta entrevista ainda ficamos a saber que ela nunca viu a mãe ou a avó de pantufas (declaração super pertinente!) e que sair à rua de luvas fazia parte de uma coqueterie (sim, porque ela também sabe usar palavras caras) que sempre foi cultivada na sua família. E que nunca ninguém ia mal arranjado para um jantar, logo faz-lhe imensa confusão que em Portugal "as pessoas andem cada vez mais andrajosas e mal arranjadas."
Será que a sra. tem a mínima ideia de como é que se vive em Portugal com o ordenado mínimo? Ou será que ela pensa que toda a gente vive num mundinho abrilhantado pela palermice e pelo status social, onde tudo é pretenciosamente perfeito e onde meia duzia de palermices e divagações sobre sentimentos vendem livros?
E sim, isto era suposto ser uma entrevista séria, mas quando chegamos ao fim ficamos com a sensação de que isto é mais um sketch do Gato Fedorento. Rápidamente percebemos que não, pois até os Gato Fedorento têm muita mais piada.
Enfim... escusado será dizer que alguém que se auto-intitula escritora e que se sai com afirmações deste tipo não merece qualquer respeito da minha parte. Já a minha avó dizia: se quer ser respeitada, faça por isso!
Podem ler a entrevista da senhora aqui.
(o primeiro a mijar nas cuecas de tanto rir, perde)
E cá já não ponha os pés há quase uma semana. Não está fácil minha gente, não está! Que tenho feito? Ora, nada de especial... trabalhar, estudar e testar o futuro sopasmóbil (que, por falar nisso ainda não foi encontrado). Tenho-me deliciado com algumas das iluminações de Natal, que já abundam por aí e, espero ansiosamente pelo dia em que vou rumar à casita dos papás para passar o Natal que será, mais coisa menos coisa, dentro de 26 dias (tanto, pensam vocês). Parece muito, mas isto passa rápido!
E se alguém estava a reclamar do tempo quentinho de inverno, que se calem imediatamente, pois está um "briol" insuportável! Aqui no escritório é uma guerra, todos os dias, devido ao ar condicionado. E, eu como sou a única mulher lá tenho que levar com o espirito caloroso dos homens e tremer de frio o dia todo, sim porque estes homens passam o tempo todo a reclamar que o ar condicionado está demasiado quente. Até chego a pensar que têm sangue de vampiro, ou isso.
Bem e é isto.
E se alguém estava a reclamar do tempo quentinho de inverno, que se calem imediatamente, pois está um "briol" insuportável! Aqui no escritório é uma guerra, todos os dias, devido ao ar condicionado. E, eu como sou a única mulher lá tenho que levar com o espirito caloroso dos homens e tremer de frio o dia todo, sim porque estes homens passam o tempo todo a reclamar que o ar condicionado está demasiado quente. Até chego a pensar que têm sangue de vampiro, ou isso.
Bem e é isto.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2CwuG1ssf
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante.
Nicolau Santos
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2CwuG1ssf
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