sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Hoje, na hora de almoço assisti a uma cena lamentável no metro.
Um casal, na casa dos 40 ia sentado numa das carruagens do metro, mas em bancos separados. Quando de repente o marido começa a meter-se com uma jovem que ia sentada ao seu lado. Não sei ao certo o que aconteceu, mas a rapariga desatou a dizer "não me toque, ouviu. Tenha vergonha", por isso deduzi que não tenha sido coisa boa. E o homem, sem qualquer vergonha na cara, continuou a meter conversa com a rapariga que estava a fazer todos os possiveis para não ter de o olhar na cara. Achei aquilo lamentável, mas o que mais me surpreendeu foi a mulher que não pronunciou um única palavra. No entanto era claro, até pelos seus olhos, cheios de lágrimas, que estava a sentir-se humilhada. Senti tanta pena da mulher. Nunca ninguém deveria ter de passar por uma situação destas.
Mais do que humilhação foi uma autêntica falta de respeito.
Haviam de ter visto a cara de badalhoco (nojento, porco, o que queiram usar para o descrever) do homem a olhar para a rapariga. É que nem disfarçar ele disfarçava. Digo-vos, naquela altura, só me apetecia pregar-lhe uns bons estalos naquela cara, a ver se ganhava juizo.
Vim-me embora. Mas com o meu pensamento veio também a triste da mulher. Não consigo parar de pensar no que será viver com um homem daqueles.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Depois de um dia de greve, passado em casa a dormir, a minha inspiração recusa-se a voltar ao trabalho. Estou desde manhã a tentar fazê-la voltar, mas não há maneira. Até já tentei suborná-la com mais horas de sono, mas em vão.
Voltaaaaaaaa eu perdoo-te!!!

terça-feira, 13 de novembro de 2012
Já vos falei do meu problema com as novas tecnologias? De como elas insistem em abandonar-me nos momentos mais críticos da minha existência? Se vos contasse a quantidade de telemóveis que, pura e simplesmente, deixaram de funcionar nas minhas mãos, ficariam assustados. E os MP3/MP4 que de um dia para outro partiram desta para melhor sem me avisarem ou, ainda dos meus portáteis cujo ciclo de vida é mais pequeno do que uma barata encontrada numa cozinha! Pois é. Não sei de quem é o problema, mas a verdade é que ele existe. E, com o passar do tempo torna-se muito dispendioso. O meu último portátil custou-me um dinheirão e não completou 4 anos de existência, sem antes ir parar duas vezes ao hospital em estado de coma. Por isso, sempre que agora vou comprar qualquer outra nova tecnologia fico sempre desconfiada quando à sua duração de vida. Há quem diga que o problema sou eu. Mas estou inocente. Juro! Eu trata-os bem. Andam sempre bem guardadinhos na mala, raramente os deixo cair e até têm direitos a serem desinfetados de vez em quando, por isso me questiono porque raio é que não aguentam mais tempo?
Pois, não sei responder a esta questão, mas o que sei é que mais uma vez tive que me render a eles e comprar um novo portátil. Até porque começo a ter uma afluência maior de trabalho e um pc dá sempre jeito ter em casa, mais que não seja para relaxarmos um pouco enquanto navegamos na internet.
Apresento-vos o meu novo bebé. Vamos lá ver quanto tempo é que este vai durar!


Estou livre de aparelho. Yeih!!! Após três longas horas, sentada na cadeira do dentista, eis que me vi.livre dos ferrinhos! Estou tão contente. Não consigo parar de rir. Quero mostrar os meus dentes perfeitos a toda a gente. As pessoas que me vêem a rir feito parva, sozinha na rua, devem achar que estou sob influência de alguns pózinhos mágicos. Mas, não quero saber, porque hoje só me apetece sorrir ;)


 
 
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
É hoje? Será? Ando há um mês a contar os dias para ir tirar este maldito aparelho que ando a carregar à 2 anos. E, finalmente, a semana passada, tive a confirmação da dentista que a remoção seria marcada para hoje. Desde então que ando super ansiosa, até já sonho com isto à noite. Dois anos com esta coisa na boca é tortura, mas um mal necessário. E a verdade é que as diferenças são enormes. Passados dois anos, não reconheco os meus dentes.
Estou a contar os minutos e os segundos para ir para a dentista. Pelo sim, pelo não vou tentar ir mais cedo, não vá a dentista mudar de ideias ou assim.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
A estudar... Sim, porque isto de ir na segunda pos-graduação em dois anos custa e muito!
Sempre pensei que depois de terminar a licenciatura iria ficar por aí, que estava mais do que pronta para o mundo do trabalho e, que sabia o suficiente. Estava enganada. Apercebi-me que afinal não sabia assim tanto... E voltei à faculdade... E quando de lá sai, senti saudades e lá estou novamente... 7 anos, 3 universidades, 1 licenciatura, 1 pos-graduação-quase-mestrado (falta terminar a tese) e agora uma segunda pós-graduação. E tudo em áreas diferentes. Ufa...que ser inteligente dá trabalho.

Eu não consigo perceber a cabecinha de certas pessoas que vão no autocarro com o volume do telemóvel no máximo e sempre que recebem uma mensagem, aquela porcaria faz uma chinfrineira que mais parece o sino da igreja a tocar (isto de 5 em 5 minutos). E depois agem como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Será que aqueles anormais não sabem o significado da palavra "civilizados" e "respeito pelos outros"? Juro que, depois de um dia cansativo de trabalho e depois 3 horas e meia de aulas a última coisa que me apetece é aturar atrasados mentais no autocarro.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Sim é oficial, ando à procura daquele que será o futuro sopamóbil. Mas a procura tem-se revelado muito dificil. Em tempos de crise, não conto gastar muito dinheiro num carro, apenas o suficiente para comprar um que me permita deslocar para os meus compromissos sociais e profissionais.
Era de se esperar que, numa altura como esta o mercado automóvel estivesse mais barato, mas infelizmente pelas minhas pesquisas nem por isso. É claro que estou a ponderar comprar um carro usado, um novo nem me passa pela cabeça. E, a diesel o que torna a minha procura por um carro baratuxo ainda mais dificil.
Os critérios de escolha são fáceis: barato, poucos km's (ou pelo menos, não muitos), bonitinho e pequenino. O ideal para dar uns amassos (no carro, atenção!) de vez em quando, sem causar muito prejuizo. Porque isto de ter carta há quase dois meses e não ter voltado a conduzir, tem que se lhe diga! E já sei o que já estão a pensar que sou uma grande "aselha" e estão todos a temer pela minha vida. Relaxem... sim sou uma aselha, mas com estilo!;)


Este é apenas um sonho, por enquanto a minha carteira não o permite. Talvez um dia!

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