Ouvi dizer que andam zombies por aí. Não, não estou a brincar. Foi notícia na semana passada e, esta semana tem inundado as redes sociais. Ao que parece um homem foi apanhado, em flagrante a comer o rosto de uma pessoa. Sim, é simplesmente nojento, mas é verdade. E reza a história, que a polícia de Miami chegou ao local, deparou-se com tamanha insanidade e após ter pedido ao dito zombie para parar de "comer", disparou duas vezes, sendo que o zombie apenas parou de se saciar quando o tiro o atingiu mortalmente.
E, apesar de fontes oficiais terem confirmado que o zombie estava sob o efeito de uma nova droga, a verdade é que um pouco por todo o ciberespaço oiço falar em zombies.
Ora sejamos todos realistas, os zombies não existem. São uma produção da da nossa imaginação. Uma pessoa quando morre, morre, capute, adios, não ressuscita em forma de zombie. E muito menos anda por aí a comer a cara de outras pessoas, quando tem outros membros mais interessantes para trincar.
Estejam todos descansados que a série "Walking dead" não se vai tornar real. Acreditem.

segunda-feira, 28 de maio de 2012
E se amar alguém não for o suficiente? O que resta? Um dia ouvi que o amor não significa felicidade e que, ás vezes, temos que abdicar do amor para sermos verdadeiramente felizes. Não sei bem, se acredito nesta frase. Sempre acreditei que o amor e a felicidade andam de mãos dadas, porque nunca se é verdadeiramente feliz sem amor.
Então porque vejo, constantemente pessoas que amam a sofrer? O que é feito do "viveram felizes para sempre" ou do "all we need is love"? O amor deixou de ser suficiente ou as pessoas passaram a importar-se mais com outras coisas do que com o amor? Será que desistimos do conto de fadas?
Um dia alguém me disse que é fácil dizer AMO-TE, o mais dificil é senti-lo. E penso que, hoje em dia, a palavra AMO-TE é vista como uma coisa tão banal, que as pessoas já não se importam em senti-la, mas sim em dizê-la.
O que é feito da compreensão, do respeito, da paciência, da aceitação? Vivemos num mundo em que tudo é descartável. Até as nossas relações. Não nos envolvemos demasiado com medo de sofrer. Não lutamos o suficiente com medo de fracassar. Não vivemos com medo de morrer e, morremos desejando viver.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Hoje completei um quarto de século. É assustador apercebermo-nos que por nós já passaram 25 anos. O tempo voa. Se não tiver cuidado dou por mim nos 30, não tarda nada, e não fiz nada.
Mas o que importa é que tive um dia em grande, acompanhado das pessoas que mais gosto. Um brinde a mim pelos 25 anos.

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