sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Acabei de ver um idoso, da idade do meu avô a pedir esmola na rua.
Estou chocada!
É certo que vejo mendigos todos os dias, mas este deixou-me sem palavras. Por momentos apeteceu-me dar um abraço ao senhor.
Estou chocada!
É certo que vejo mendigos todos os dias, mas este deixou-me sem palavras. Por momentos apeteceu-me dar um abraço ao senhor.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Ando a fazer contas à vida.
Cada dia que passa acho que as coisas ficam mais caras.
Realmente, os cartazes dizem e bem... "Este país não é para pobres". E, a ideia de que esta frase é mesmo a realidade que se vive é assustadora!
São cortes em tudo o que é lado mas esquecem-se de que neste pais endividado vivem pessoas que trabalham todos os dias, muitas em trabalhos precários e mal pagos, e que a muito custo conseguem sobreviver.
Sim, claro que é bom falarmos de roupas, sapatos e viagens, mas a verdade é que, para a maior parte dos portugueses, estas coisas começam a tornar-se um luxo.
Quantos de nós tem possibilidade de sustentar uma casa? E um carro? Só de ouvir, todas as semanas, nas noticias os aumentos dos combustíveis perco logo a vontade de comprar carro e, ainda nem carta tenho.
Tudo isto deixa-me assustada.
Começo a questionar-me: que futuro terei eu? Sou uma jovem licenciada, com uma pós-graduação e outras formações e mesmo assim nada me garante que, daqui a uns meses não vá trabalhar para um supermercado ou uma loja de roupa, não que isso seja motivo de vergonha, nada disso, mas é revoltante pois passei 5 anos da minha vida a estudar e a ser, constantemente iludida, pensando que a minha vida ia ser diferente da vida que os meus pais tiveram. Pura ilusão.
15%, é o número assustador de desempregados. 15% não é só um número, são pessoas, vidas, familias, jovens que, vivem com pouco ou nada. E a essas pessoas o que se diz? Que se vai suprimir o RSI e os subsídios de férias? Que se vai encurtar o tempo de desemprego e diminuir o montante mensal? O que se diz a uma criança que vai para a escola cheia de fome, que não tem dinheiro para comprar material escolar e, que não sabe o que é um brinquedo? O que se diz às pessoas que passaram toda uma vida a descontar e que agora vêem as suas reformas reduzidas? O que se diz?
Cada dia que passa acho que as coisas ficam mais caras.
Realmente, os cartazes dizem e bem... "Este país não é para pobres". E, a ideia de que esta frase é mesmo a realidade que se vive é assustadora!
São cortes em tudo o que é lado mas esquecem-se de que neste pais endividado vivem pessoas que trabalham todos os dias, muitas em trabalhos precários e mal pagos, e que a muito custo conseguem sobreviver.
Sim, claro que é bom falarmos de roupas, sapatos e viagens, mas a verdade é que, para a maior parte dos portugueses, estas coisas começam a tornar-se um luxo.
Quantos de nós tem possibilidade de sustentar uma casa? E um carro? Só de ouvir, todas as semanas, nas noticias os aumentos dos combustíveis perco logo a vontade de comprar carro e, ainda nem carta tenho.
Tudo isto deixa-me assustada.
Começo a questionar-me: que futuro terei eu? Sou uma jovem licenciada, com uma pós-graduação e outras formações e mesmo assim nada me garante que, daqui a uns meses não vá trabalhar para um supermercado ou uma loja de roupa, não que isso seja motivo de vergonha, nada disso, mas é revoltante pois passei 5 anos da minha vida a estudar e a ser, constantemente iludida, pensando que a minha vida ia ser diferente da vida que os meus pais tiveram. Pura ilusão.
15%, é o número assustador de desempregados. 15% não é só um número, são pessoas, vidas, familias, jovens que, vivem com pouco ou nada. E a essas pessoas o que se diz? Que se vai suprimir o RSI e os subsídios de férias? Que se vai encurtar o tempo de desemprego e diminuir o montante mensal? O que se diz a uma criança que vai para a escola cheia de fome, que não tem dinheiro para comprar material escolar e, que não sabe o que é um brinquedo? O que se diz às pessoas que passaram toda uma vida a descontar e que agora vêem as suas reformas reduzidas? O que se diz?
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sim, sou eu.
Confusa, desolada, revoltada, impaciente.
Que não gosto de nada, mas gosto de tudo.
Que não sei dar valor ao que tenho. Mas que tento dar.
Que não sei lidar com meus sentimentos, discussões e revoltas.
Que não gosto de mudanças, mas que anseio mudar.
Que procuro defender-me quando não tenho motivo para tal.
Eu. Eu. Eu.
Confusa, desolada, revoltada, impaciente.
Que não gosto de nada, mas gosto de tudo.
Que não sei dar valor ao que tenho. Mas que tento dar.
Que não sei lidar com meus sentimentos, discussões e revoltas.
Que não gosto de mudanças, mas que anseio mudar.
Que procuro defender-me quando não tenho motivo para tal.
Eu. Eu. Eu.
domingo, 1 de abril de 2012
... Abril, àguas mil!!
Vá-se lá entender este tempo. Tivemos um inverno ameno e em pura primavera chove a potes. Lá vou ter que voltar a calçar botas e vestir os casacões de inverno.
Vá-se lá entender este tempo. Tivemos um inverno ameno e em pura primavera chove a potes. Lá vou ter que voltar a calçar botas e vestir os casacões de inverno.

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