segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Recebi por email, o seguinte texto, escrito por Mário Crespo e achei que o devia partilhar convosco!
"Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.
Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.
Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.
Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.
Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.
Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal.
Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos."
"Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.
Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.
Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.
Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.
Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.
Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.
Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal.
Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos."
por Mário Crespo
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Hoje resolvi "tentar" a minha sorte: joguei no EuroMilhões, pela primeira vez. Sei que as hipóteses de ganhar são muito pequeninas, mas quem sabe?? Afinal são 66 milhões.
Nunca fui muito adepta de jogos, até porque nunca tive sorte. Mas já lá diz o ditado: "sorte no jogo, azar no amor" e convenhamos que prefiro ter sorte ao amor. Afinal é por ele que todos cá andamos.
Mas, tendo em conta a actual conjuntura económica (adoro esta palavra) também dava jeito um dinheirinho extra para aproveitar melhor "esse" amor. Eu até que não peço muito, 2 milhões chegam perfeitamente. Tinha a minha vida feita. Casa, carro e acabavam-se as minhas dores de cabeça e os meus bolsos vazios.
Mas, a ver vamos. Todos a torcer por mim, vá! Olhem que eu sou generosa!
Nunca fui muito adepta de jogos, até porque nunca tive sorte. Mas já lá diz o ditado: "sorte no jogo, azar no amor" e convenhamos que prefiro ter sorte ao amor. Afinal é por ele que todos cá andamos.
Mas, tendo em conta a actual conjuntura económica (adoro esta palavra) também dava jeito um dinheirinho extra para aproveitar melhor "esse" amor. Eu até que não peço muito, 2 milhões chegam perfeitamente. Tinha a minha vida feita. Casa, carro e acabavam-se as minhas dores de cabeça e os meus bolsos vazios.
Mas, a ver vamos. Todos a torcer por mim, vá! Olhem que eu sou generosa!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Depois de muito nervosismo e de muita ansiedade eis que tudo correu bem com a minha estreia na rádio. Há algumas coisas a melhorar, como já suspeitava, mas nada que com o tempo não se corrija.
Obrigada leguminosas por estarem a torcer por mim. =)
Obrigada leguminosas por estarem a torcer por mim. =)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Hoje estreio-me na rádio com um programa só meu, chamado Art&Cultura. Estou super nervosa e ansiosa ao mesmo tempo. Vamos lá ver como é que isto corre e, se esta vozinha esganizada engrossa. Fingers Crossed!
Fiquei a conhecer esta campanha através do blog Vidadanossavida e, adorei a ideia. Há já algum tempo que ando à procura de ajudar aqueles que mais precisam e, isto pareceu-me ser a melhor maneira de o fazer. Chama-se PRESENTES SOLIDÁRIOS e o objectivo é oferecer um presente a familias e crianças necessitadas. No site, poderá escolher qual o país e, qual o presente que quer oferecer.
Não custa nada ajudar. Lembra-te de que estás a tornar o Natal destas famílias mais feliz.
Caso tenhas alguma dúvida podes esclarecê-la através do email:geral@presentessolidarios.pt
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