Para todos aqueles que vivem e sobrevivem com esta doença. Para todos os familiares que sofrem a angústia de não saber como vai ser o dia de amanhã. Para aqueles que acreditam que a cura é possivel e que os tratamentos são a única maneira de alcançá-la. Para aqueles que já passaram por ela, sobreviveram e hoje têm uma história de coragem e amor para contar. Para todos os que ainda não passaram por isto, mas que vivem com medo de passar. O diagnóstico precoce da doença é a chave para o seu combate.


Porque a cura não é um sonho, mas uma realidade ao alcance de qualquer um.


Este filme foi realizado pelo António-Pedro Vasconcelos, com o apoio da RTP e da Roche. Um filme brilhante que conta a história verídica de duas sobreviventes do cancro. É de louvar esta iniciativa.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Admiro as pessoas que continuam a acreditar que o amor existe, apesar de já terem sofrido muito por causa ele. Pessoas que já foram enganadas, de mil e uma maneiras, mas que ainda acreditam que o amor puro e verdadeiro existe e que vão encontrá-lo. Admiro-as porque não sei se teria essa força. Talvez, porque vivo num mundo encantado onde acho que as coisas têm de ser cor-de-rosa e não pretas e, assim que elas se tornam pretas eu deixo de acreditar que algum dia serão de cor diferente. Como se recupera de uma traição? E, de duas? Como apagamos tudo aquilo que sofremos e recomeçamos de novo? E, se volta a acontecer? Como reagimos? Gostaría de saber responder a estas questões, mas infelizmente não sei. Mas, a verdade é que hoje aprendi uma grande lição. Aprendi que o mais importante é confiarmos em nós próprios. É caminharmos um dia de cada vez, primeiro a passo de caracol, depois a passo de coelho e, depois quem sabe à velocidade de um jacto. Que tudo se perdoa, mas que nem tudo se esquece. E que a confiança, base importante de uma relação, não se ganha de um dia para outro, mas vai-se construindo com os pedaços que ficaram da relação anterior. Hoje aprendi que é possivel colar as peças de um coração partido, com muita força, coragem e amor-próprio.
Este vídeo está demais. E o puto é um amor. E é, mesmo sobre o amor que este vídeo fala. Sobre a importância de o dizer, quando o sentimos. Por mais que nos deixe envergonhados. Por mais que tenhamos medo. Por mais que achemos que vamos fazer figura de parvos. Porque amar não é parvo, não é algo por que tenhamos de nos sentir envergonhados. Amor é um sentimento que muitas vezes não entendemos, que muitas vezes escondemos, de quem muitas vezes fugimos a "sete pés", mas que para o bem ou para o mal ele está sempre dentro de nós.

Ora, aprendam lá qualquer coisinha com estes putos.


Esta é a mais recente música da Jennifer Lopez com o PitBull e chama-se On the Floor. Digamos que esta música é uma especie de reaproveitamento de uma das músicas brasileiras mais conhecidas de sempre - a Lambada.


Ora comparem lá e vejam se não há algumas semelhanças.

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