terça-feira, 9 de novembro de 2010
A taxa de desemprego em Portugal é uma das mais altas da OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, situando-se nos 10,6%, situação que tem vindo a deteriorizar-se com os anos. Juntamente com os países da OCDE perfaz um total de, nada mais, nada menos do que 45,5 milhões de pessoas que estão actualmente no desemprego, nestes países industrializados.
Medidas de combate a esta situação? Se as há, lamento mas não me parece que estejam a fazer efeito.
Medidas de combate a esta situação? Se as há, lamento mas não me parece que estejam a fazer efeito.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O cancro da mama é um dos problemas, que mais perturba as Mulheres portuguesas.
Infelizmente, não se pode evitar, mas um exame ao seio com frequência, poderá determinar de imediato o problema. Saiba como reconhecer este inimigo maligno...
O cancro da mama, tem mais possibilidades de surgir com o avançar da idade. Normalmente, aparece por volta dos 50 anos, mas em qualquer outra altura, pode demonstrar a sua existência. Pelo seu desenvolvimento ser rápido, deve ir ao médico com frequência.
Observe com atenção os seus seios. Qualquer diferença ou deformação que encontre, contacte logo um profissional nesta área, pois se for maligno, aumentará muito rapidamente. Se algum familiar seu tiver sido afectado por esta doença, é normal que a sua probabilidade de ser afectada seja maior.
O aparecimento do cancro da mama, leva em muitos casos, a uma infiltração dos gânglios linfáticos em seu redor, ou à afectação de outros orgãos. Se a duração de tempo em que uma mulher, teve a primeira ovulação até à fase da menopausa for demasiadamente longa acautele-se, pois os riscos são maiores.
O facto de ter amamentado parece, embora ainda não se tenha totalmente certezas, ter um efeito preventivo para o surgir desta doença, em muito casos irreversível. A quantidade da hormona feminina, ou seja o estrógeno, também tem a sua influência para o desenvolvimento do cancro da mama.
Aquilo que lhe podemos transmitir acerca dos sintomas, que indicam o possível aparecimento da cancro da mama, é o seguinte: nódulos na mama ou deformação da mesma, dores, irregularidades da pele, eczemas e chagas em volta do mamilo, secrecção do mamilo, emagrecimento, palidez e uma intensa fadiga, retractam o cenário negro de que, algo está a correr mal.
Ao dirigir-se a um médico, pode constatar a gravidade da situação. Se o tumor for pequeno e sem infiltrações em outros locais, será extraído através de uma pequena operação, na qual uma parte da mama ou mesmo a sua totalidade, pode ser retirada. Mas, se o tumor for maior e já tiver atingido outros orgãos, a solução é recorrer à habitual operação e à possível radioterapia, para eliminar as restantes células cancerígenas.
Em seguida é muito provável, utilizar o método da quimioterapia, radioterapia e, por vezes, da hormoterapia. Medicamentos para eliminar a dor, são muito importantes e utilizados para combater as fortes dores e o mal estar causado.
Para se prevenir, faça exames você mesma ao seios, apalpando-os. A melhor altura para executar esta análise é durante o duche, ensaboando-o e apalpando-o em toda a sua extensão. Quando mais cedo for descoberto o problema, maiores serão as possibilidades de cura.
Cuidado com este problema, raramente afectando os homens e que, tem como sua preferência o seio feminino. Acautele-se pois, na pior das hipóteses, o seu aparecimento pode conduzir a um final fatal...
Fonte: mulherportuguesa
Infelizmente, não se pode evitar, mas um exame ao seio com frequência, poderá determinar de imediato o problema. Saiba como reconhecer este inimigo maligno...
O cancro da mama, tem mais possibilidades de surgir com o avançar da idade. Normalmente, aparece por volta dos 50 anos, mas em qualquer outra altura, pode demonstrar a sua existência. Pelo seu desenvolvimento ser rápido, deve ir ao médico com frequência.
Observe com atenção os seus seios. Qualquer diferença ou deformação que encontre, contacte logo um profissional nesta área, pois se for maligno, aumentará muito rapidamente. Se algum familiar seu tiver sido afectado por esta doença, é normal que a sua probabilidade de ser afectada seja maior.
O aparecimento do cancro da mama, leva em muitos casos, a uma infiltração dos gânglios linfáticos em seu redor, ou à afectação de outros orgãos. Se a duração de tempo em que uma mulher, teve a primeira ovulação até à fase da menopausa for demasiadamente longa acautele-se, pois os riscos são maiores.
O facto de ter amamentado parece, embora ainda não se tenha totalmente certezas, ter um efeito preventivo para o surgir desta doença, em muito casos irreversível. A quantidade da hormona feminina, ou seja o estrógeno, também tem a sua influência para o desenvolvimento do cancro da mama.
Aquilo que lhe podemos transmitir acerca dos sintomas, que indicam o possível aparecimento da cancro da mama, é o seguinte: nódulos na mama ou deformação da mesma, dores, irregularidades da pele, eczemas e chagas em volta do mamilo, secrecção do mamilo, emagrecimento, palidez e uma intensa fadiga, retractam o cenário negro de que, algo está a correr mal.
Ao dirigir-se a um médico, pode constatar a gravidade da situação. Se o tumor for pequeno e sem infiltrações em outros locais, será extraído através de uma pequena operação, na qual uma parte da mama ou mesmo a sua totalidade, pode ser retirada. Mas, se o tumor for maior e já tiver atingido outros orgãos, a solução é recorrer à habitual operação e à possível radioterapia, para eliminar as restantes células cancerígenas.
Em seguida é muito provável, utilizar o método da quimioterapia, radioterapia e, por vezes, da hormoterapia. Medicamentos para eliminar a dor, são muito importantes e utilizados para combater as fortes dores e o mal estar causado.
Actualmente, o cancro da mama, pode ser facilmente descoberto através das mamografias e dos seus auto-exames, ambos feitos regularmente. Muitos cancros da mama foram descobertos logo cedo, o que levou a um tratamento eficaz remediando o problema, em mais de metade das mulheres afectadas.
Cuidado com este problema, raramente afectando os homens e que, tem como sua preferência o seio feminino. Acautele-se pois, na pior das hipóteses, o seu aparecimento pode conduzir a um final fatal...
Fonte: mulherportuguesa
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Marta Crawford explica como a crise pode afectar a tua vida sexual.
Vale a pena leres...
Crise também prejudica vida sexual. Segundo a sexóloga Marta Crawford, em momentos de maiores dificuldades, os casais tendem a praticar menos sexo.
Até o sexo sofre com a crise? A resposta é: "sim, sofre". Segundo a sexóloga Marta Crawford, "apesar da pessoa poder viver um momento de descontração que dá energia e bem estar e, além disso, sem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades".
Ou seja, em tempos de crise o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, afirma a sexóloga, que no entanto ressalva que nem todos reagem da mesma maneira.
Marta Crawford explica ainda que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias desencadeia nos homens e nas mulheres reações diferentes. Se elas perdem o desejo sexual, com eles isso pode acontecer, mas com mais frequência os homens têm a capacidade de "usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos".
No entanto, sublinhou a especialista, "também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção erétil".
Fonte: Expresso
Vale a pena leres...
Crise também prejudica vida sexual. Segundo a sexóloga Marta Crawford, em momentos de maiores dificuldades, os casais tendem a praticar menos sexo.
Até o sexo sofre com a crise? A resposta é: "sim, sofre". Segundo a sexóloga Marta Crawford, "apesar da pessoa poder viver um momento de descontração que dá energia e bem estar e, além disso, sem custos, a verdade é que em momentos de grande preocupação, principalmente as mulheres rejeitam este tipo de intimidades".
Ou seja, em tempos de crise o desejo também fica em défice e os casais tendem a não o praticar, afirma a sexóloga, que no entanto ressalva que nem todos reagem da mesma maneira.
Marta Crawford explica ainda que a crise e a instabilidade provocada por sucessivas más notícias desencadeia nos homens e nas mulheres reações diferentes. Se elas perdem o desejo sexual, com eles isso pode acontecer, mas com mais frequência os homens têm a capacidade de "usar o sexo para se sentir bem, ainda que por breves momentos".
No entanto, sublinhou a especialista, "também há muitos homens que vivem muito mal esta ansiedade e que ficam com problemas de disfunção erétil".
Fonte: Expresso
O que oferecer a uma mulher que tem tudo? Um vibrador feito com diamantes parece ser a escolha acertada.
Um joelheiro Francês apresentou um brinquedo erótico interessante, que é também o mais caro do mundo, pois custa 40 mil euros.
O vibrador é feito de ouro branco e decorado com 117 diamantes. O vibrador tem uma característica especial – um anel de diamantes no meio, que pode ser usado no dedo.
“Este é um brinquedo erótico para homens ricos que querem expressar o seu amor de forma muito especial”, disse o designer. “O vibrador pode ser adquirido em diferentes tamanhos e embora o preço seja alto, já foram vendidos quatro”.
O vibrador é um acessório erótico que devia estar presente em todos os quartos.
por: J.B.
retirado de: mulher.sapo.pt
Um joelheiro Francês apresentou um brinquedo erótico interessante, que é também o mais caro do mundo, pois custa 40 mil euros.
O vibrador é feito de ouro branco e decorado com 117 diamantes. O vibrador tem uma característica especial – um anel de diamantes no meio, que pode ser usado no dedo.
“Este é um brinquedo erótico para homens ricos que querem expressar o seu amor de forma muito especial”, disse o designer. “O vibrador pode ser adquirido em diferentes tamanhos e embora o preço seja alto, já foram vendidos quatro”.
O vibrador é um acessório erótico que devia estar presente em todos os quartos.
por: J.B.
retirado de: mulher.sapo.pt
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A proliferação cada vez maior do comércio electónico, multiplicou as opções de compra e facilitou as transações. Apesar de existirem cada vez mais utilizadores a optarem por aderir a este serviço, a dúvida permanece... Será seguro fazer compras pela internet?
Clica aqui para ouvires
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O Laboratório de Análises Clínicas José Julio de Castro Fernandes, do grupo Labco, inaugurou, recentemente, um novo posto de colheitas no Funchal, mais precisamente na Freguesia de Santo António.
Este posto vem de encontro às necessidades específicas de saúde da população da Freguesia de Santo António e engloba-se na própria política da Labco que pretende com mais este posto oferecer aos seus utentes "serviços de proximidade" para a realização das suas análises clínicas.
Com este novo posto, os utentes terão ao seu dispor uma vasta rede de profissionais de saúde qualificados que lhe disponibilizarão uma grande variedade de análises e uma rápida entrega dos resultados.
Juliana Melim
03/11/2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Juntos antes do casamento? Pode dar divórcio!
Há quem opte por viver junto antes de dar o passo seguinte: casar. Mas isso pode ser o caminho mais rápido para o divórcio.
Os relacionamentos são frequentemente definidos por etapas: primeiro os encontros, definição de objectivos até ao casamento. Mas, de acordo com um recente estudo da Universidade de Denver, publicado no Jornal de Psicologia Familiar, a coabitação antes do casamento pode comprometer os relacionamentos.
O estudo, que envolveu mais de 1000 homens e mulheres casados, demonstrou que os casais que passaram a morar juntos antes de ficaram noivos tiveram uma maior propensão para o divórcio.
Cerca de 43% dos casais que viviam juntos antes de casarem relataram que a satisfação com a relação diminuiu com o casamento, em comparação com aqueles que esperaram até ficar noivos (16%) e até casar (41%).
De acordo com Galena Rhodes, investigadora, «os casais que decidem juntar-se sem um compromisso claro de casamento acabam por deslizar para o casamento, em parte porque já coabitam, não por vontade expressa.»
Um estudo posterior revelou que a maioria dos casais decidem viver juntos para poderem passar mais tempo um com o outro. A segunda razão mais comum foi a conveniência, seguida pelo teste do relacionamento. Um outro investigador, Stanley Scott, afirma que a comunicação é a chave para a coabitação. «Falar sobre compromisso e o que viver junto pode significar para o futuro da relação antes de avançar em conjunto.» Ele acrescenta que, em relação ao tempo de namoro, os rompimentos são mais difíceis se o casal já vive junto.
por Beatrix Hon
retirado de Selecções.pt
Há quem opte por viver junto antes de dar o passo seguinte: casar. Mas isso pode ser o caminho mais rápido para o divórcio.
Os relacionamentos são frequentemente definidos por etapas: primeiro os encontros, definição de objectivos até ao casamento. Mas, de acordo com um recente estudo da Universidade de Denver, publicado no Jornal de Psicologia Familiar, a coabitação antes do casamento pode comprometer os relacionamentos.
O estudo, que envolveu mais de 1000 homens e mulheres casados, demonstrou que os casais que passaram a morar juntos antes de ficaram noivos tiveram uma maior propensão para o divórcio.
Cerca de 43% dos casais que viviam juntos antes de casarem relataram que a satisfação com a relação diminuiu com o casamento, em comparação com aqueles que esperaram até ficar noivos (16%) e até casar (41%).
De acordo com Galena Rhodes, investigadora, «os casais que decidem juntar-se sem um compromisso claro de casamento acabam por deslizar para o casamento, em parte porque já coabitam, não por vontade expressa.»
Um estudo posterior revelou que a maioria dos casais decidem viver juntos para poderem passar mais tempo um com o outro. A segunda razão mais comum foi a conveniência, seguida pelo teste do relacionamento. Um outro investigador, Stanley Scott, afirma que a comunicação é a chave para a coabitação. «Falar sobre compromisso e o que viver junto pode significar para o futuro da relação antes de avançar em conjunto.» Ele acrescenta que, em relação ao tempo de namoro, os rompimentos são mais difíceis se o casal já vive junto.
por Beatrix Hon
retirado de Selecções.pt
O cantor canadiano apresenta hoje e amanhã no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, o álbum "Crazy Love"
"Claro que não sou o Frank Sinatra. Sou canadiano, nasci em 75 e não me dou com mafiosos!" Esta foi a resposta que Michael Bublé deu, no talk show canadiano "The Hour", a uma crítica feita a um dos seus concertos que dizia que o cantor de 35 anos "não é o Frank Sinatra".
Bublé é Bublé, um rapaz simples de Burnaby, Canadá, que quis ser, além de cantor, jogador profissional da equipa de hóquei Vancouver Canucks.
Com a música, foi-se o desporto mas o amor permanece: Michael é co-proprietário dos Vancouver Giants desde 2008. "Fiz muitas coisas maravilhosas na minha vida, mas esta, para mim, é a mais prestigiante. É um sonho tornado realidade", referiu o cantor.
E a verdade é que Michael, que hoje e amanhã actua no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, já vendeu mais de 25 milhões de discos em todo o mundo, ganhou dois Grammy e vários Juno (prémios da indústria musical canadiana). No entanto, nas entrevistas que dá, Bublé continua a falar como o rapazinho da casa ao lado. Faz piadas, conta histórias e disparates protagonizados por si, como a vez em que vomitou no jardim de Leonardo DiCaprio: "Não o conhecia, eu era amigo de um amigo dele. Cheguei lá a casa e ele estava a fazer nachos para todos. Bebi umas vodkas e quando dei por mim estava mal disposto. Acabei por vomitar no jardim dele. Fiquei tão envergonhado que trepei o portão e fui para casa a pé. Nunca mais o vi, desde então", contou Bublé em entrevista ao talk show "The Hour".
Já no "Graham Norton Show", um programa britânico, o cantor contou a sua experiência na "Oprah": "Fui lá e enquanto ela falava eu só pensava ''meu deus quero tanto tocar nos dentes dela''. E juro, ela falou uns minutos e eu não ouvi nada do que ela me disse, só pensava naquilo." Apesar da vontade de tocar nos dentes de Oprah, Michael ainda conseguiu falar do mau sotaque inglês da sua noiva, a actriz argentina Luisana Lopilato, enquanto fazia algumas imitações vocais.
No princípio era o avô
Desde os dois anos que Michael Bublé garantia à família que ia ser famoso. Porém, só aos 13 que perceberam porquê. É que a meio de uma cantoria familiar, com o pai, a mãe e as duas irmãs mais novas a cantarolar "White Christmas" Michael levantou o tom e deixou todos de boca aberta. Afinal o miúdo sabia cantar.
Foi o avô, um canalizador italiano radicado no Canadá, que lhe mostrou o jazz e o swing. Foi também o avô que conseguiu que Bublé cantasse em clubes nocturnos, apenas com 16 anos. Como? Se o neto pudesse subir ao palco, ele instalaria no clube uma sanita nova. Simples.
Quando não cantava, Bublé ajudava o pai, pescador de alto mar, na pesca, chegando mesmo a passar dois meses no mar. Bublé diz que essa experiência, junto do pai e de homens mais velhos do que ele, em alto mar, o ensinou "o que é ser um homem".
Aos 18 anos ganhou o Canadian Youth Talent Search e arranjou um agente que inscrevia Bublé para todos os concertos, programas de talentos, convenções, cruzeiros, bares e clubes. Michael chegou até a cantar telegramas de "melhoras rápidas" ou aniversários.
Apesar do esforço e de ter sido nomeado para dois prémios Genie, em 2000, com duas canções que escreveu para o filme "Here''s to Life", as coisas não correram bem e, aos 25 anos, Bublé estava pronto para desistir do sonho e ingressar numa carreira jornalística.
O sucesso
Tanta cantoria em eventos e congressos deu os seus frutos. Um colaborador próximo do ex Primeiro-Ministro canadiano Brian Mulroney ouviu Michael num desses congressos e recebeu uma cópia de um dos três álbuns do cantor, editados de forma independente. Esse álbum foi parar às mãos do Primeiro-Ministro que decidiu que Bublé cantaria no casamento da filha. Foi aí que Michael conheceu David Foster, produtor e vencedor de vários Grammys, que já tinha trabalhado com Madonna, Michael Jackson, Whitney Houston, Cher ou Barbra Streisand.
Em 2003 seria editado "Michael Bublé", o álbum de estreia do canadiano que incluía temas como "Fever" e "For Once in my Life". Depois da estreia, seguiram-se mais três álbuns, lançados em 2005, 2007 e 2009.
Michael Bublé é um verdadeiro entertainer, um crooner à moda antiga. No concerto que deu em Madrid, no domingo, o cantor imitou Michael Jackson, misturou-se na multidão e entregou o microfone a um dos espectadores, para que cantasse no seu lugar.
Os amores
Bublé é daqueles artistas que fala das relações abertamente, seja em que programa for. Perguntam, ele responde. Quando Oprah questionou "como é estar apaixonado?" a resposta foi rápida: "É óptimo, muito melhor do que não estar apaixonado."
Cada vez que se apaixona ou que termina uma relação, Bublé escreve uma canção. Ou duas, ou três. Para a sua primeira namorada, com quem esteve vários anos, escreveu "Home" e, mais tarde, aquando da separação, "Lost". Para Emily Blunt, actriz britânica com quem namorou dois anos, escreveu "Everything". Em 2009, o cantor conheceu Luisana Lopilato, na Argentina, uma actriz e modelo local de quem está noivo e para quem escreveu "Haven''t Met You Yet", tema incluído na reedição do álbum "Crazy Love", de 2009.
retirado do Jornal IOnline
dia 02/11/2010
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