Alguém me explica o que andou a fazer a Sara Carbonero durante todo o jogo?
É que ninguém que tenha assistido ao jogo pergunta ao Andrés Iniesta (o autor do segundo penalti contra Portugal) se ele gostaria de ter marcado um penalti. Loooooool
Oh mulher, eu até percebo que estejas apanhadinha pelo Casillas e que não queiras saber de mais nenhum homem ser ser aquele, mas já atinavas. É que uma gafe destas, e ainda por cima em direto, arruina a reputação de qualquer um.
Aii Casillas, Casillas o que andas tu a fazer a esta mulher!!
Tenho a dizer que achei o resultado de ontem muito injusto. Muito injusto. Nós entrámos todos poderosos no jogo, comandámos e mostrámos aos nossos hermanos que nós não somos um povinho qualquer, mas uma NAÇÃO determinada, corajosa, humilde e com muita vontade de ganhar.
Nós rematámos, nos fizemos fintas, nós acabámos com a síndrome de superioridade da Espanha, mas, a verdade é que nada disso contou para um final justo. Aliás, nenhum jogo que vá a penaltis, para mim, é justo. Os penaltis não consagram nenhum campeão, mas sim a sorte.
Para aquele zé povinho que passou os jogos de preparação da Seleção a dizer mal de tudo e mais qualquer coisa, para aqueles ditos treinadores de bancada que opinaram sobre toda e qualquer decisão de Paulo Bento e para todos aqueles Portugueses que duvidaram das capacidades de Cristiano Ronaldo, aqui fica o desempenho da nossa Seleção. Um desempenho digno dos melhores.
Eu sofri cada jogada, cada passe, cada remate, mas acreditei sempre que iamos ganhar. Infelizmente não foi isso que aconteceu, mas daqui a dois anos há mais. E eu vou estar, novamente pronta a torcer pelos nossos 11 meninos.

O que dizer, quando já não se tem nada a dizer?
Quando os beijos apaixonados deixaram de existir, quando as palavras meigas foram substituidas por gritos de fúria, quando o desejo deixou de ser aquele sentimento ardente que nos levava à loucura.
O que fazer, quando os sorrisos foram substituidos por lágrimas e, as desculpas deixaram de ter qualquer sentido e passaram a ser elas a comandar todas as nossas acções. Onde antes as palavras eram meigas e hoje são um simples reflexos do que eram. Desprendidas de sentimento, carregadas de arrependimento, culpa, acusações.
Quando a companhia dos amigos se torna mais agradável que a do nosso companheiro/a. E quando o espaço que nos separa no sofá é maior do que o desfiladeiro da Canyon.
O que fazer, quando apesar de tudo isto ainda amamos? Desistimos ou resistimos?
É aqui que aplicamos a tão célebre frase "Gostar só, não chega?"
Mas, e se gostarmos e quisermos que chegue? Conseguimos ser felizes? Conseguimos ultrapassar as barreiras que nos separam? Conseguimos tornar semelhante aquilo que é tão diferente?
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Isto faz-me um pouco de confusão. Mas, será que agora todos os polvos prevêem acontecimentos?
Será que, de um momento para outro ganharam poderes mágicos. E, se sim porque não prevêem a sua própria morte? Seria mais inteligente, digo eu.
Desisto de tentar ver o telejornal. Qualquer um deles. Toda a vez que ligo a televisão para tentar assistir a um telejornal é so crise para aqui, crise para ali, desemprego, precariedade, fuga aos impostos, FMI, crise na Europa,  mortes e mais mortes e penso: "porra, será que não existe nada de bom, neste Mundo??"
Estamos a passar tempos dificeís, mas será que é preciso enfatizar ainda mais o desespero e insegurança das pessoas?
As Conversas da Sopa. Com tecnologia do Blogger.

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